sábado, 3 de janeiro de 2015

Como reformar sua casa sem transtornos



Reformas, quase sempre, causam intensas dores de cabeça, seja devido ao alto custo dos materiais, mão de obra, atrasos, bagunça, sujeira, danos aos móveis e pisos ou ao não cumprimento do prazo por parte dos trabalhadores contratados.

É por essas e outras que muitas pessoas arriscam-se em realizar os pequenos reparos por conta própria, sendo que a decisão mais sensata é procurar um profissional especializado para que os resultados finais sejam realmente satisfatórios.

Vale a pena investir em mão de obra especializada em reformas para que a  reforma seja feita com o mínimo de  aborrecimentos. A seguir apresentamos algumas sugestões que  poderão ajudá-los a tornar este período mais suportável.

·       Inicialmente procure fazer um planejamento bem detalhado sobre todos os serviços que  serão executados estimando os  gastos previstos para cada item a ser reformado. Neste planejamento procure detalhar ao máximo que puder os custos de materiais ,mão de obra, os prazos previstos e interferências que você consegue enxergar no   momento  Pôr no papel certamente te ajudará a definir os limites físicos e financeiros da tua reforma e te preparará psicologicamente para o evento.

·       Tome todo cuidado possível para, antes de começar a reforma, guardar em cestas organizadoras ou em prateleiras todos os objetos que ficam no cômodo a ser restaurado. Dessa forma, as peças ficam protegidas da poeira e não ficam expostas a riscos como cair no chão, batidas e arranhões. Lembre-se que nada deve ser perdido ou seriamente danificado com o  empurra-empurra dos móveis.

·       Reserve a porta dos fundos para a entrada dos trabalhadores e materiais de construção. Assim, a passagem sempre estará livre para você e quem mais precisar entrar em seu imóvel.

·       Comece a reforma sempre pelo mais difícil, que no caso são os reparos na rede hidráulica e demolições nas paredes. Mas nem por isso você deve anular a circulação e movimentação em sua própria casa ou apartamento.

·       Para que o andamento da obra seja tranquilo procure manter os pés no chão e gastar seu dinheiro de acordo com planejamento anteriormente realizado. Dessa forma, eliminam-se os riscos de investimentos excessivos na reforma.

·       Faça um bom contrato com os fornecedores de mão de obra para que não haja pleitos de valores não previstos em seu planejamento inicial.

·       Procure economizar em cada item planejado, pois desta forma poderá eventualmente gastar um pouco mais em itens imprevistos e em melhorias na qualidade de alguns materiais.

·       Depois de finalizada a reforma, verifique se tudo está de acordo com o combinado, se os reparos estão corretos e se cada detalhe está de acordo com o desejado. Se há um momento para exigir que o serviço seja refeito, é agora. Com bom senso tudo se ajeita. Por isso, ajudar quem quer que seja o responsável pela reforma com gestos de solidariedade e compreensão pode tornar a obra muito mais suportável.

Vale lembrar que, para executar reformas no interior de prédios de apartamentos, existem regras especificas normatizadas pela ABNT, ou seja: - O morador interessado em fazer uma reforma deverá enviar ao sindico do prédio um planejamento detalhado informando o que será feito, a empresa contratada e o prazo da obra. Para reformas que afetem a estrutura, vedações e quaisquer sistemas de instalações da edificação, um profissional qualificado (engenheiro ou arquiteto) deverá se responsabilizar tecnicamente.

 

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Como construir de forma econômica



Construir barato, rápido e com qualidade é, certamente o objetivo de toda pessoa que planeja iniciar uma construção.  Para atender a esse trinômio é aconselhável gastar algum tempo com o planejamento de todas as etapas envolvidas; desde a compra do terreno, projeto, contratação dos profissionais e compra dos materiais de construção.

·       COMPRA DO TERRENO

Comprar um terreno e construir pode sair muito mais barato do que adquirir um imóvel pronto para morar, uma vez que você pode fazer tudo do jeito que desejar; até mesmo executar a construção por etapas ao longo de anos.

Para comprar um terreno, o primeiro passo é escolher a cidade e região onde pretende morar, as distâncias entre o futuro lar e o trabalho, escolas, supermercados, shoppings etc. Leve também em consideração também o cenário econômico da região; atual e futuro. Analise bem a possibilidade de valorização da região a médio e longo prazo, mesmo que sua intenção não seja a de comprar como investimento.

Antes de fechar qualquer negócio verifique se o terreno não está situado em área de ocupação irregular e ilegal.  Muitas vezes o terreno fica situado em Área de Proteção Ambiental e mesmo em Reservas Ambientais, o que pode inviabilizar ou restringir a execução da casa de seus sonhos. Para fugir de golpes, olhe com atenção a documentação do terreno, e verifique a matrícula individual do lote, que deve ser registrada no cartório de imóveis do município.

Depois de verificada toda a documentação, há algumas considerações técnicas sobre o próprio terreno, como, por exemplo, a sua inclinação, (Dê preferência aos terrenos planos, pois você pode economizar na terraplenagem e muito nas fundações). Verifique a qualidade do solo (Solos de baixa resistência podem encarecer a construção). Pense na qualidade do ar( Fábricas nas proximidades, existência  a grandes avenidas ou vias com fluxo de caminhões). E finalmente não se esqueça de considerar o padrão das construções da vizinhança (Se o padrão de construções é próximo do que você pretende construir).

·       PROJETO

Para fazer um bom projeto procure ter em mente de forma muito clara seus objetivos de vida relacionados á construção e suas limitações orçamentárias.

 A primeira medida é escolher o profissional (Arquiteto ou Engenheiro) para iniciar a elaboração do projeto. Geralmente a escolha é feita por indicação de amigos e corretores que trabalham na região. É claro que se deve considerar o Portfólio do profissional e uma lista de clientes e referências para que se possa checar pessoalmente as informações. É importante ainda avaliar a formação, o treinamento, a experiência e as entidades das quais o profissional faz parte.

É possível contratar o profissional apenas para criar o projeto arquitetônico, que inclui mudanças e soluções para o espaço de acordo com o que o cliente necessita. Dentro dessa fase estão previstos estudo preliminar, projeto pré-executivo, projeto executivo e detalhamento. Pode-se também contratar um profissional para a elaboração de cálculos e projetos de estrutura e instalações elétricas e hidráulicas, que pode também elaborar lista materiais para estruturas e acabamentos. A remuneração destes profissionais pode ser por porcentagem do custo estimado da obra, ou por um custo que varai de acordo com a metragem quadrada da área a ser construída ou até mesmo por um preço fixo que considera a complexidade dos serviços.

O projeto deve ser elaborado e revisado quantas vezes sejam necessárias com o intuito de esclarecer todas as dúvidas construtivas até o fim. É muito mais fácil e barato solucionar erros e pedir mudanças na fase do projeto do que derrubar paredes durante a obra.

 Vale muito a pena estudar os itens que têm forte influência nos custos da obra, tais como: telhado (evite o excesso de recortes no desenho da cobertura); instalações hidráulicas (concentre banheiros e cozinha numa mesma área para otimizar o uso da tubulação hidráulica); faça a casa assobrada (geralmente custam menos que casas térreas); evite projetar ambientes de pouco uso (adega, salão de jogos, academia, etc.); recortes (uma planta cheia de recortes dificulta a execução do serviço, requer mais material e Mao de obra).

      Procure projetar sistemas industrializados como os pré-moldados, os pré-fabricados, o concreto usinado, dentre     outros que racionalizam recursos humanos, são mais baratos e muito mais rápidos na hora de construir.

Procure especificar no seu projeto preferencialmente materiais existentes na região e que sejam mais adequados ao padrão da casa que está sendo projetada.

 
·       CONTRATAÇÃO DOS PROFISSIONAIS


É importante acompanhar cada etapa da obra para checar se tudo está sendo seguido de acordo com as especificações do projeto. O ideal é que o cliente contrate também o profissional que fez o projeto para acompanhar cada etapa da obra, visando minimizar as quebras, retrabalhos e consequentemente o desperdício de material e de Mao de obra. Mas tome cuidado porque alguns fornecedores do mercado da construção civil costumam oferecer ao arquiteto um "prêmio”, (também chamado de reserva técnica e até de ART) por indicar seu produto ou serviço, o que certamente irá encarecer a sua obra.

  Procure contratar um empreiteiro que tenha conhecimentos técnicos e comprovada experiência com a Mao de obra da região e no tipo de obra projetada. Faça um contrato com clausulas claras nos aspectos de valores, prazos, qualidade e principalmente citando a responsabilidade dele pela contratação e pagamento de encargos trabalhistas.

Caso não haja a figura deste empreiteiro, para evitar problemas com a Justiça do Trabalho, deve-se estabelecer uma relação contratual por escrito com os operários, especificando o tipo de serviço que se espera deles, o prazo e o valor. Não se esqueça de recolher o INSS dos trabalhadores, caso contrário esse valor terá que ser acertado de uma só vez ao requerer o Habite-se à prefeitura.

     Procure fazer os pagamentos de mão de obra com base na produção, ou seja, evite dar adiantamentos de valores e estabeleça que os pagamentos da mão de obra ficarão condicionados ao cumprimento de determinadas etapas e prazos.

 
·                COMPRA DE MATERIAIS


 Pesquise exaustivamente os preços de materiais e peça no mínimo três orçamentos por escrito, via fax ou e-mail.
 Faça a pesquisa levando-se em conta os parâmetros estabelecidos pelo profissional que elaborou o projeto, tentando achar a melhor relação entre qualidade e preço (não esquecendo que, além do custo de construção, há também um de manutenção, ou seja, materiais de baixa qualidade só são economia em curto prazo, e em pouco tempo a obra começará a apresentar problemas).

Procure fechar um pacote para a compra de uma grande quantidade de materiais numa única loja e, assim, negocie um desconto ou o pagamento a prazo. A pechincha é regra básica.

Tente fazer compras em conjunto caso haja vizinhos construindo perto. Quanto maior a quantidade de material encomendado, maior o poder de barganha para negociar preços, além de ser possível dividir os custos de frete.
 Confira se o material entregue na obra é o mesmo comprado e se está na quantidade certa. Cuidados redobrados devem ser tomados com material a granel, como areia.

Pesquise também em lojas de materiais de demolição e cemitérios de azulejos. Neles é possível encontrar muita coisa em bom estado e por um bom preço (nas capitais onde virou moda materiais de demolição, eles chegam a custar mais caro que o material novo. A alternativa é procurar em cidades pequenas ou nas próprias demolições).
Evite comprar materiais da moda; os tradicionais, além de ser mais baratos, são mais fáceis de repor.

Evite o assentamento de pisos e azulejos na diagonal, pois isto consome mais peças devido aos recortes, implicando em mais material para cobrir a mesma área e substancial elevação no custo da Mao de obra.
  Finalmente, é importante acompanhar de perto a obra para se ter certeza de que os materiais estão sendo aplicados corretamente e de que não esteja havendo desperdícios. Caso isso não seja possível, deve-se escolher um profissional competente e de confiança para tanto.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Como fazer instalações elétricas em Alvenaria Estrutural


 


Uma das principais causas de quebra de blocos na alvenaria estrutural são os cortes executados nas paredes para a colocação das caixas de passagem elétricas. O procedimento correto para fixação das caixas de passagem elétricas é fazer os cortes na alvenaria com ferramentas adequadas, para não haver quebras. Porém poucos profissionais aderem ao uso das ferramentas de corte, utilizando, sem responsabilidade alguma, marretas e outras ferramentas para quebrar os blocos.
 
Com o intuito de resolver este problema foi  desenvolvida uma nova tecnologia para instalação das caixas de passagem elétricas. São as caixas de passagem específicas para blocos de concreto. Sua instalação é rápida e simples;
·       Primeiramente são executados furos em pontos específicos na alvenaria, utilizando uma furadeira elétrica com broca de vídea de 4”( serra copo diamantada ).
·       Posteriormente  coloca-se a caixa no furo fixando-a por meio de parafusos que expandem a lateral e a ancoram na alvenaria. Este tipo de instalação dispensa a utilização de chumbamento com argamassa, gera pouca sujeira, realiza o alinhamento perfeito das caixas e obtém um ótimo acabamento.
               
 
Para a correta instalação elétrica na alvenaria, seguem algumas orientações:
 
a) Utilizar o projeto elétrico para fazer a marcação dos pontos elétricos (tomadas baixas, médias, altas e interruptores);
b) Utilizando furadeira com serra copo de 4”, fazer os furos nos pontos elétricos marcados na alvenaria;
c) Retirar de dentro dos blocos as pontas dos eletrodutos, que acompanharam a elevação da alvenaria;
d) Fazer a fixação das caixas de passagem elétricas, recorrendo aos procedimentos citados anteriormente
e) Conferir os pontos executados em relação ao projeto;
f) Fazer a limpeza do local.
Esse procedimento evita cortes e quebras indesejáveis na alvenaria, não danifica a estrutura, obtém maior produtividade e gera pouco entulho na obra.
 Os pontos das tomadas médias e interruptores estão localizados na sexta fiada. Assim que a alvenaria estiver concluída, é feita uma abertura na junta horizontal entre a sexta e sétima fiada, por essa abertura, insere-se o eletroduto dentro dos blocos deixando, aproximadamente, 30 cm de fora da parede e 30 cm acima da canaleta, para a conexão com o eletroduto da laje. Posteriormente, as caixas de passagem 4 x 2” serão instaladas. Atentar para que este procedimento seja feito antes do grauteamento da canaleta, para facilitar sua execução.
As caixas disponíveis no mercado possuem tampas protetoras que devem ser removidas após a execução dos revestimentos e permitem um perfeito acabamento entre parede e caixa.
 
A seguir estou postando um vídeo feito pela Torniplast e outro pela Original onde são expostos seus produtos objetos deste post.
 





segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Como construir casa utilizando Alvenaria Estrutural




A alvenaria estrutural é um sistema construtivo tradicional, utilizado há milhões de anos. Inicialmente eram utilizados blocos de rocha como elementos de alvenaria, mas a partir do ano 4.000 A.C. a argila passou a ser trabalhada possibilitando a produção de tijolos.
 
 O sistema construtivo desenvolveu-se inicialmente através do simples empilhamento de tijolos ou blocos, sendo os vãos executados com peças auxiliares, como vigas de madeira ou pedra. Ao passar do tempo, foi descoberta uma alternativa para a execução dos vãos: os arcos. Estes seriam obtidos através do arranjo entre as unidades. Assim foram executadas pontes e outras obras de grande beleza, obtendo maior qualidade à alvenaria estrutural. Um exemplo disso é a parte superior da igreja de Notre Dame, em Paris. Ao longo dos séculos obras importantes foram executadas em alvenaria estrutural, entre elas; o Parthenon, na Grécia, construído entre 480 a.C. e 323 a.C. e a Muralha da China, construída no período de 1368 a 1644.
 
 Até o final do século XIX a alvenaria predominou como material estrutural, porém devido à falta de estudos e de pesquisas na área, não se tinha conhecimento de técnicas de racionalização. As teorias de cálculos eram feitos de forma empírica, com isso não se tinha plena garantia da segurança da estrutura, forçando um superdimensionamento das mesmas. Em 1950 surgiram códigos de obras e normas com procedimentos de cálculo na Europa e América do Norte, o que promoveu em um crescimento marcante da alvenaria estrutural em todo mundo.
 
 No Brasil em 1966 foram construídos os primeiros prédios em alvenaria estrutural, com 4 pavimentos em alvenaria armada de blocos de concreto, no Conjunto Habitacional “Central Parque da Lapa”. É estimado que no Brasil, entre 1964 e 1966, tenham sido executados mais de dois milhões de unidades habitacionais em alvenaria estrutural.
 
 A alvenaria estrutural atingiu o auge no Brasil na década de 80 com a normalização oficial (ABNT e posteriormente referendada pelo INMETRO). Outras tecnologias foram importadas e adaptadas em anos subsequentes, mas até o presente não foram, ainda, normalizadas. Assim o Sistema começou a ser utilizado em grande escala na  construção de  conjuntos habitacionais para usuários de baixa renda. Devido ao seu grande potencial de redução de custos diversas construtoras e produtoras de blocos investiram nessa tecnologia. A inexperiência por parte dos profissionais dificultou sua aplicação com vantagens e causou várias patologias nesse tipo de edificação, fazendo com que o processo da alvenaria estrutural desacelerasse novamente. Apesar disso, as vantagens econômicas proporcionadas pela alvenaria estrutural em relação ao sistema construtivo convencional incentivaram algumas construtoras a continuarem no sistema e buscarem soluções para os problemas patológicos observados.
 
 
Atualmente, no Brasil, com a abertura de novas fábricas de materiais assim como o desenvolvimento de pesquisas com a parceria de empresas do ramo (cerâmicas, concreteiras, etc.) fazem com que a cada dia mais construtores utilizem e se interessem pelo sistema.
 
 A Alvenaria Estrutural deve ser considerada como um Processo Executivo Racionalizado. Portanto, deve ser projetado, calculado e construído em conformidade com as normas pertinentes, visando funcionalidade com segurança e economia. Desta forma é fundamental a perfeita integração entre Arquitetos e Engenheiros, objetivando a obtenção de uma estrutura economicamente competente para suportar todos os esforços previstos sem prejuízo das demais funções como compartimentação, vedação, isolamento termo acústico e  instalações elétricas e hidráulicas.


 Vantagens em relação aos processos tradicionais são:
 • Economia no uso de madeira para formas;
 • Redução no uso de concreto e ferragens;
• Redução na mão de obra em carpintaria e armação;
• Facilidade de treinar mão de obra qualificada;
• Projetos são mais fáceis de detalhar; Maior rapidez e facilidade de construção;
• Menor número de equipes ou subcontratados de trabalho;
• Ótima resistência ao fogo;
• Ótimas características de isolamento termoacústico;
Desvantagens em relação aos processos tradicionais são:
 
As paredes portantes não podem ser removidas sem substituição por outro elemento de equivalente função;
Impossibilidade de efetuar modificações na disposição arquitetônica original;    
 O projeto arquitetônico fica mais restrito;
• Vãos livres são limitados;
• Juntas de controle e dilatação a cada 15m.


Alvenaria Estrutural Não Armada
 Este sistema vem sendo tradicionalmente utilizado em edificações de pequeno porte, como
residências e prédios de até 8 (oito) pavimentos.
Existem normas tanto para o cálculo estrutural (NBR 10837 – “Cálculo de alvenaria estrutural de blocos vazados de concreto”) como para a execução ( NBR 8798 – “Execução e controle de obras em alvenaria estrutural de blocos vazados de concreto”).
O tamanho do bloco a ser utilizado é definido na fase de projeto pois é necessária a paginação de cada uma das paredes da edificação.
 Na alvenaria estrutural não armada à análise estrutural não deve acusar esforços de tração.

 
 Alvenaria Estrutural Armada

 Pode ser adotada em edificações com até mais de 20 pavimentos.
 São normalmente executados com blocos vazados de concreto ou cerâmicos, sendo a execução e o projeto regidos pelas mesmas normas citadas anteriormente.
O tamanho do bloco a ser utilizado, assim como na alvenaria não armada, é definido na fase de projeto pois também é necessária a paginação de cada uma das paredes da edificação.
Estruturas Mistas
 É muito comum a ocorrência de estruturas mistas em edifícios com 3 (três) a 5 (cinco) pavimentos, que tenham a necessidade do 1o (primeiro) pavimento com uso diferenciado. Tem pilares das fundações ao piso do 2o (segundo) pavimento, que é totalmente estruturado, e os demais pavimentos são apoiados em alvenarias portantes.
Apesar deste modelo ser amplamente adotado em edificações de pequeno porte, e de ser mais econômico do que o modelo totalmente estruturado, tem limitações grandes, e devem ser adotados cuidados especiais não só durante o projeto, mas também durante a sua execução.
A definição da capacidade resistente das alvenarias e a análise bem detalhada do projeto arquitetônico, para que as cargas sejam definidas da forma mais precisa possível, é de suma importância para o bom desempenho deste tipo de estrutura.

 

Oportunamente estarei postando textos sobre serviços complementares na alvenaria estrutural, bem como apresentando equipamentos e ferramentas necessárias para a boa execução deste tipo de construção.

 

A seguir apresento um vídeo elaborado pela ABCP sobre assunto. Espero que vocês gostem e deixem seus comentários


 




segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Obras Executadas

 
Residência Marajó I
 
 
 
Residência Marajó II
 
 

Residência ASL I


 
Residência Gorupá
 
 

Residência Madascar



Residência Elba



Residência Córsega I


 
Residência Havaí
 
 
 
Residência Bahamas
 
 
 
 Loja MS Celulares- Embu- Guaçu- SP
 
 
 
Residência Valflor
 
 
 
Agência Banco Santander Av. Yervant - São Paulo

sábado, 25 de outubro de 2014

Quem somos


Dirceu Moraes é engenheiro civil que durante 26 anos trabalhou em grandes construtoras, colaborando e gerenciando a execução de centenas de obras em todo o Brasil.

Em 2002, com o encerramento  desta etapa profissional, passou a se dedicar a empreendimentos onde pudesse aplicar os conhecimentos adquiridos ao longo da experiência anterior.


Já são mais 10 anos de dedicação a projetos  individuais, os quais possibilitaram a  criação de uma marca no mercado de casas de condomínio  e obras comerciais, credenciando-o a  construir imóveis de qualidade e  materializar os sonhos e necessidades de seus clientes com o melhor custo/benefício do mercado.

Atualmente está conquistando novos espaços no mercado da construção civil e galgando importantes passos para o lançamento de empreendimentos  imobiliários localizados nos melhores condomínios da Grande São Paulo.